O Feminismo Analisado

  1. Obs: Essa explicação não tem como objetivo insultar ou descreditar qualquer fato sobre o tema, apenas para analisar de maneira cética e coerente fatos a respeito da história,  reunindo maximo de informações possíveis, caso você queira contribuir para o projeto deixe sua posição nos comentários, obrigado! 

    O Feminismo

    substantivo masculino

    doutrina que preconiza o aprimoramento e a ampliação do papel e dos direitos das mulheres na sociedade.

    POR METONÍMIA

    movimento que milita neste sentido.

    POR EXTENSÃO

    teoria que sustenta a igualdade política, social e econômica de ambos os sexos.

    POR METONÍMIA

    atividade organizada em favor dos direitos e interesses das mulheres.

    interesse do homem pela mulher; atração.

    MEDICINA

    p.us. presença de caracteres femininos no homem.

    Quando Surgiu?

    Estudiosos do tema explicam que o surgimento do feminismo pode estar associado ao adventos da Revolução Francesa (1789), pois nessa época foi escrita a “Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão”A partir de então, o feminismo e a luta pela valorização da mulher começou a ganhar espaço.

    Charles Fourier, um socialista utópico e filósofo francês, é creditado por ter inventado a palavra "feminismo" em 1837. A expressão "feminismo" e "feminista" apareceu pela primeira vez na França e nos Países Baixos em 1872, no Reino Unido na década de 1890 e nos Estados Unidos em 1910.

     

    Qual é a Justificativa para o Feminismo existir?

    Bom para alguns, até meados do século XIX, a mulher era tida como “sexo frágil”, sempre em posição inferior em relação aos homens, pois elas não tinham os mesmos privilégios e acesso aos direitos básicos como: ler, escrever, participar de assuntos políticos e etc. Isso acontece devido ao fato da figura feminina ter sido construída em uma sociedade patriarcal, onde suas atribuições eram restritas aos trabalhos domésticos. 

    Mas isso é um equivoco, pois não foi ao longo de toda História Humana que as mulheres foram tratadas como inferiores como alguns grupos políticos gostam de divulgar por exemplo:

     Mulheres no Egito:

    No Antigo Egito. Elas podiam receber uma remuneração e ter propriedades. A lei egípcia reconhecia seus direitos e elas podiam ir aos tribunais reclamá-los, se sentissem que estavam sendo tratadas de forma injusta. Era esperado que os maridos permitissem as suas esposas irem aonde quisessem e fazer o que desejassem. As mulheres nas famílias mais pobres tinham de trabalhar em casa, nos campos, ou ajudando no ofício de seus maridos. A função de uma sacerdotisa era considerada uma honra e não um trabalho. Uma mulher poderia se tornar faraó mais isso era extremamente raro. 

    O casamento no antigo Egito era considerado como um evento muito importante para as mulheres. As garotas egípcias costumavam casar-se na faixa dos 12 anos, enquanto os garotos tinham entre 15 e 19. Lembrando que nessa época não haviam leis e outras regras que consideravam a maioridade como nos dias atuais.

    Elas podiam também divorciar-se, caso sofressem maus-tratos, onde recorriam aos seus familiares para pedir ajuda, na intervenção do casamento. O divórcio era algo simples e que não necessitava de muito tempo para obter-se, dentre os principais motivos de divórcios estavam os maus-tratos, o adultério e a infertilidade.

    Também poderiam ir ao tribunais reclamarem caso se sentissem lesadas. Quando casadas continuavam a dispor de seus bens, assumiam o papel do marido quando esse se ausentava, algumas mulheres chegaram até o posto de Faraó, onde até então era somente titulo de um homem.

    Há relatos de duas médicas que ficaram conhecidas no Antigo Egito, a  primeira médica citada nos textos é NEFERICA-RÁ ou NEFER-KA-RÁ, médica-obstetra que atuou na corte do Faraó Saurá na V Dinastia (2494-2345 a.C.),  a outra médica, mais citada nos textos, foi PESESHET que atuou durante o reinado do Faraó Amenhotep III na XVIII Dinastia do Novo Império (1552-1305 a.C.).

    Peseshet exerceu suas funções como “diretora da equipe de médicos” e, nas representações, era sempre citada como “aquela que decide”, confirmando sua posição como uma autoridade conceituada no âmbito da Medicina. Foi homenageada por seu filho, o Sacerdote Akhet-Hetep, que lhe dedicou uma Estela comemorativa em Gizé, na qual estão claramente gravados o nome e os títulos honoríficos de sua mãe.

     

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